domingo, 18 de março de 2012

Soyouz TMA-22/Expedição 29

 

A nave russa Soyuz TMA-22 partiu nesta segunda-feira rumo à Estação Espacial Internacional.

"Exceto o mau tempo em Baikonur, tudo ocorreu extremamente bem", disse Vladimir Solovyov, chefe de lançamentos para o segmento russo da estação espacial, a jornalistas no Controle da Missão.

A tripulação é integrada pelos cosmonautas Anton Shkaplerov e Anatoli Ivanishin e o astronauta americano Daniel Burbank.

A decolagem ocorreu às 2h14, no horário de Brasília e se tornou a primeira, desde que a Nasa encerrou seu programa de ônibus espaciais, a levar astronautas/cosmonautas até a ISS.

Depois de cerca de nove minutos após o lançamento, já em órbita, a nave iniciou seu voo autônomo rumo à ISS, à qual se acoplará às 3h33 (Brasília) desta quarta-feira, informou o Centro de Controle de Voos Espaciais da Rússia à agência de notícias Interfax. Lá, a tripulação se encontra brevemente com o comandante Mike Fossum, da Nasa, o japonês Satoshi Furukawa e o russo Sergei Volkov.

A tripulação rejeitou as preocupações com a segurança antes da decolagem, que deixou um rastro flamejante e laranja no céu das estepes do Cazaquistão.

"Não temos nenhum pensamento negativo. Temos fé em nosso equipamento", disse Shkaplerov antes do lançamento, segundo agências de notícias russas.

Um pequeno pássaro de pelúcia inspirado no aplicativo de celular Angry Birds, mascote que Shkaplerov recebeu de sua filha de cinco anos, flutuava acima da tripulação.

Houve aplausos quando a tripulação deu o sinal de "positivo" para as câmeras em frente à nave.

A missão, programada inicialmente para setembro, foi adiada por conta de temores quanto à segurança, depois que a aeronave russa não tripulada Progress, transportando mantimentos para os astronautas, se rompeu na atmosfera em agosto, em um dos piores erros espaciais cometidos pela Rússia em décadas.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Pobre Felisa Wolfe-Simon

Algumas pessoas deslumbraram  un possível prêmio Nobel para Felisa Wolfe-Simon por este "descobrimento" citado aqui:

"A finales de 2010 la NASA nos presentó una bacteria aislada en el Lago Mono de California, un ambiente extremófilo rico en arsénico. En un trabajo liderado por la doctora Felisa Wolfe-Simon y publicado en Science se aseguraba que la bacteria en cuestión era capaz de vivir usando arsénico en vez de fósforo, lo que rompía una de esas reglas para la que aún no se ha encontrado excepción: todos los seres vivos precisan fósforo. Poco después de publicarse el trabajo aparecieron las primera voces discordantes." ....


Texto completo, aqui:

http://lacienciaysusdemonios.com/2012/01/24/no-hay-bacteria-del-arsenico/

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Retornando finalmente

Esta semana voltamos a escrever aqui no Universo Cativo.

 
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